Comunidade

NOSSO SÍMBOLO

O triângulo equilátero é a mais simples figura poligonal geométrica. Todos os seus elementos são iguais: os três ângulos, três lados e três linhas que partem de cada vértice (altura, bissetriz e mediana), são iguais e se cruzam no ponto central do triângulo sobre o qual foi traçada a chama.

Como se observa na figura, ao lado essas três retas estão superpostas numa só reta. Considerando os vértices e o ponto central do triângulo colocados no infinito temos simbolizado o que disse Santo Atanásio em seu Credo: “O Pai é Infinito, O Filho é Infinito e o Espírito Santo é Infinito, não são, porém três infinitos, mas um só infinito”, representado pelas retas e pelo ponto central do triângulo.

A chama colocada sobre o ponto central simboliza que o Espírito Santo, amor do Pai e do Filho, consubstancial a Natureza Divina, Deus é amor.

O SINAL DO NOSSO COMPROMISSO

O anel designa laço, ligação. É sinal de aliança, de voto, de urna comunidade, de destino comum, em virtude de sua forma acabada sem começo e sem fim, ou seja, de duração sempre permanente.

O direito de usar anel em público, e mais tarde, de usar anel de determinado material procede da Roma clássica.

O anel — originalmente de ferro —introduzido entre os romanos pelos gregos representava honra individualizada por méritos em favor do Estado, sobretudo os de natureza militar. Mais tarde o anel de ouro foi usado por senadores e cavalheiros, ao passo que o anel de ferro se impôs como sinal de estado inferior, sobretudo aos escravos e servos como designação da casa que pertenciam.

Paulatinamente surgiu o anel-carimbo ou anel-selo, que se desenvolverá a partir do anel de noivado, significando autenticação e com ele se marcavam as mais diversas propriedades.

Os cristãos primitivos usavam anéis com os símbolos do peixe, da âncora, da pomba, no sentido de identificar a comunidade que participavam e como expressão de sua fé.

No quadro das consagrações, entronizações e coroações de bispos, abades e abadessas, o anel tinha o sentido simbólico do casamento da Igreja ou do mosteiro com Cristo mediante os respectivos dignitários, e, como insígnias da coroação dos reis, aludia ao casamento deles com sua terra. Como atributo dos santos, o anel indica, por via de regra, as núpcias místicas com Cristo.

O anel de pescador, usado somente pelo papa, mostra a figura de Pedro arrastando a rede de pesca para o barco (Lc 5,4ss). É entregue ao papa após sua eleição e quebrado após sua morte.

O anel da Comunidade JAVÉ NISSI, feito de prata – metal de menor valor do que o ouro – significa o compromisso e adesão aos propósitos da comunidade. Seu corpo é formado por uma cruz que por ser circular, se torna um caminho ininterrupto. A cruz é circundada por uma barra mais larga que significa a comunidade que unida por ela se dispõe a caminhar neste itinerário inaugurado por Cristo, o Senhor.

Também significa para os membros efetivos da Comunidade JAVÉ NISSI, seu casamento simbólico com a Igreja, sendo este vínculo realizado pela pertença à Comunidade e supõe fidelidade e dedicação.

Será utilizado no polegar da mão esquerda, por ser essa a posição do anel utilizada pelos servos das casas nobres na cultura greco-romana e com isso expressamos nossa condição de servos, no sentido de estar a serviço, da obra e missão que a Comunidade JAVÉ NISSI se propõe na Igreja Arquidiocesana de Pouso Alegre.